03 Out

Mel Rosmaninho “BioCavadinha”

…Hoje iremos falar um pouco sobre a planta de rosmaninho…

Rosmaninho é uma planta bastante comum na região mediterrânea, é uma planta arbustiva de pequeno porte. Esta planta, para além do seu fantástico aroma, tem caule direito, ascendente ou prostrado, e as suas folhas têm coloração verde-acinzentada e são inteiras e estreitas. As suas flores, por sua vez, são abrigadas em uma espécie de espiga e podem ter coloração entre branco e roxo e possuem um aroma bastante parecido com o da alfazema. A planta é bastante confundida com o alecrim. Uma das mais antigas presentes tanto na medicina quanto na astronomia, planta já é estudada quanto aos seus benefícios há muitos anos.

O nosso mel de Rosmaninho tem origem em Monfortinho, é um mel de cor clara e o seu sabor é bastante doce, devido à sua alta concentração de frutose, o que o torna recomendado em dietas isentas de açúcar e como um adoçante natural. Diversos estudos têm demonstrado propriedades anti cancerígenas no mel de Rosmaninho, além disso, ajuda a prevenir doenças degenerativas.

Para que possa adoçar a sua vida sem os inconvenientes do açúcar, faça a sua encomenda através do nosso site www.biocavadinha.pt, através da nossa página do facebook (https://www.facebook.com/biocavadinha.bio/) ou envie-nos um email para biocavadinha.geral@gmail.com !!!

 

 

06 Set

Bolo de Água Mel

No artigo anterior, demos a conhecer a nossa deliciosa água mel…

Deixamos a receita de bolo de Água Mel, delicie-se!

 

 

Ingredientes:

  • 6 ovos
  • 2 chávenas de açúcar
  • 3 chávenas de farinha
  • 1 chávena de óleo
  • 1 chávena de leite
  • 1 chávena de água mel “BioCavadinha”
  • fermento em pó

 

Preparação:

Bata as claras e reserve.

Bata bem as gemas com o açúcar, adicione o leite, o óleo e a água mel. Junte a farinha e o fermento e por fim envolva as claras em castelo.

Leve ao forno em forma untada de manteiga e farinha.

 

 

A BioCavadinha deseja-lhe um Bom Apetite! E claro, não deixe de fazer a sua encomenda…

06 Set

Água Mel Caseirinha

Já sabemos os grandes benefícios que o mel traz para a nossa saúde, mas já ouviu falar sobre a “água mel”?

A Água Mel é obtida da fervura da água, mel e pólen resultante da lavagem dos opérculos. É produzido de forma artesanal por homens dedicados e especializados na área há longos anos…

Tem como características o alto valor energético, a sua densa viscosidade, o doce paladar, e ainda a sua cor brilhante.

 

 

Recomendação do consumo de Água Mel:

 

  • Saborosas torradas com um gosto suave a mel;
  • Realização de entradas gourmet juntamente com queijinho/ requeijão
  • Temperos de variados tipos de Saladas;
  • Confeção de apetitosos bolos.

 

 

 

 

05 Jun

Receita Frango com mel e limão

Deliciosa receita de frango, mas claro não se esqueça do Mel BioCavadinha ou a receita não será a mesma 😉 🙂

Ingredientes

3 colheres (sopa) de molho de soja
1 colher (sopa) de mel “BioCavadinha”
1 colher (sopa) de óleo vegetal
1 colher (chá) de sumo de limão
1 dente de alho, picado
4 peitos de frango

Preparação

PASSO 1

Num recipiente raso, faça o molho misturando o mel “BioCavadinha”, o óleo vegetal, o sumo de limão, o alho e o molho de soja.

Coloque os peitos de frango neste molho e vire-os para que fiquem cobertos pela marinada. Tape o recipiente e deixe marinar no frigorífico por pelo menos 30 minutos.

PASSO 2

Pré-aqueça a grelha ou churrasqueira numa temperatura alta untando com um pouquinho de óleo.

PASSO 3

Deite fora a marinada e grelhe o frango por 6 a 8 minutos de cada lado, ou até que o frango pare de soltar água.

 
 
Encomende o Mel Multifloral “BioCavadinha” e experimente esta marinada no frango!! 😉 hmm deve ficar uma delicia com o nosso mel!! 

Read more at https://pt.petitchef.com/receitas/prato-principal/frango-ao-mel-e-limao-fid-1507757#3lkT1C0uegjd0mTs.99

19 Mai

Xarope de Aloe Vera e Mel- A cura para Tumores!!

Após, uma cliente nossa nos comprar mel e mencionar que seria para fazer um xarope de aloe e vera, juntando o mel, que é muito bom para quem sofre de tumores e quistos, então decidimos pesquisar um pouco sobre o assunto!!!

De facto, esta receita existe mesmo. Ela ficou mais conhecida através do Frei Romano Zago, que a decidiu publicar em livro, quer a receita, quer os seus conhecimentos e resultados. Ele próprio refere que conheceu várias fórmulas e formas de tomar, mas que, apesar de existirem várias opiniões, uma era comum a todas, para o fabrico do xarope era necessário três ingredientes: Aloé Vera, mel e bebida alcoólica.

É uma receita muito simples de se fazer e que de facto traz grandes benefícios a quem a toma, e mesmo para os que querem prevenir doenças.

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Existe uma noticia no Jornal Correio da Manhã, já um pouco antiga (ano 2007), mas vamos partilhar pois fala deste xarope e acima de tudo de alguns testemunhos…

“A CURA DENTRO DO CONVENTO”

 Doenças como o cancro, cirrose, diabetes encontram tratamento na medicina tradicional. Mas há quem, na esperança, uma esperança imensa contra todos os desígnios, procure nos conventos franciscanos a cura num xarope de aloé.

As pessoas têm medo da doença e da morte e muitas procuram os poderes ‘milagrosos’ de uma poção vendida no Seminário da Luz, Lisboa, à qual se junta uma fotocópia com esta indicação – sobre a doença que famílias inteiras nem pronunciam o nome por superstição. “A fé deve existir e nós temos de transmitir ao doente que acredite na cura”, afirma Helena Gervásio, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia. “Mas não posso aceitar que sejam dadas notícias deste modo.” E de cura também se fala nos conventos do Varatojo, em Torres Vedras, e de Montariol, com vista para Braga. O frei Francisco recebe ao Domingo no Seminário da Luz e avisa logo que não quer ver o seu xarope misturado com o de outros ‘irmãos’ franciscanos. Defende que o que por ali se vende é original, fidedigno à receita exportada do Brasil pelo frei Romano Zago. Mais, o próprio sacerdote franciscano brasileiro dispara contra a medicina: “Normalmente, o médico orienta-se – como em qualquer outra profissão – pelo que estudou nos bancos escolares. E não sai disso. De mais a mais, com toda a estrutura existente hoje para tratar o cancro, não seria um ‘xaropinho besta’ que iria substituir a medicina. Tratar cancro com o xarope não dá lucro. O que dá dinheiro é a intervenção cirúrgica, radioterapia, quimioterapia” (ver entrevista). Longe de ser uma guerra entre a fé e a medicina, Helena Gervásio – médica no Instituto Português de Oncologia de Coimbra – aconselha os seus doentes a não tomar nada enquanto estão a fazer rigorosamente os tratamentos, porque “a toxicidade cumulativa pode, muitas vezes, prejudicar o doente pondo-o até em risco de vida”. Mas não afasta a hipótese de que haja plantas medicinais. Por experiência própria – nas palavras seguras de um homem que não se deixa enganar facilmente –, o frei Francisco, com 83 anos, abona que o poder do xarope “não é milagre, é a medicina que Deus deixou nas plantas”.

CURAS (Testemunhos):

Primeiro enumerou, vagamente, muitas curas em Gondomar: o caso de uma menina com pouco mais de três anos, de Guimarães, que “limpou o cérebro”; a cura de um caroço na garganta a uma senhora de Palmela. Depois, num fôlego corajoso, o frei Francisco confessou: “O primeiro curado sou eu!”. E prossegue, gesticulando, numa recordação escorrei-ta: “Quando este remédio [xarope de aloé vera] chegou, estava doente da próstata, há quatro anos.” O relatório médico ditava que o ‘irmão’ franciscano precisava de ser operado.

“É escusado dizer que fiquei chocado. Tomei quatro garrafas e encontrei-me em melhor condição. Esperei dez dias e tomei outras três e repeti ao fim de dez dias.” E decidiu procurar o mesmo médico: “Já não preciso de ser operado. – Então porquê? – perguntou-me. Respondi que tomei dez garrafas de xarope e que estou bom.” Depois de novo exame, perguntou-lhe o clínico: “O que você fez que limpou tudo?” Agora bebe seis garrafas por ano, sem esquecer: “Estava à espera da morte, mais dia, menos dia.”

No Seminário da Luz, o preço da garrafa cifra 7,50 euros. E há quem chegue a levar para a vizinhança, caso venham de longe. Para chegar ao balcão, os visitantes têm primeiro de passar pela receção e só depois são dirigidos a uma sala pequena, onde o xarope repousa dentro de armários metálicos. A dita poção é lá cozinhada, mas não permitiram que fossem visitadas essas instalações. Ao Domingo abordou três pessoas vindas de Gondomar. O frei Francisco não aconselhava, só que, a troco do anonimato, um dos homens explicou que sofria de problemas pulmonares. “Coisas graves”, acrescentou. “Claro que estou com esperança.” A mesma que o faz tomar o xarope há três meses sem qualquer garantia. Todas as tardes, no convento franciscano de Montariol, no alto da colina que viu nascer Braga, o frei Henrique Perdigão, de 67 anos, dedica-se a fazer a poção mágica. Das plantas de ‘aloe arborescens’ – vulgar aloé vera –, o franciscano retira os picos, lava e corta em pedaços. As folhas esquartejadas caem na misturadora. O aparelho tritura e às folhas junta-se o mel e a aguardente. Volta a misturar (ver receita). “E tudo na dose própria, conforme os casos”, frisa o irmão, chamando a atenção para os riscos das imitações rascas feitas por gente que só procura ganhar dinheiro.

À porta, juntam-se dezenas e dezenas de pessoas. As situações de cancro em fase terminal são as mais frequentes. Mas “aparece de tudo”, garante o frade. Diz que o xarope faz bem a muita coisa. “Purifica o sangue”.

 É simples, o precioso líquido parece uma espécie de batido de cacto aloé. Só que é preciso cuidado na escolha da planta: “Das mais de 200 variedades, há muitas que são tóxicas e venenosas”, adverte o frei Perdigão que prefere cactos plantados à beira-mar. São mais suculentos – mas têm também as suas plantações, para o caso de faltar. Recebeu a fórmula, há 12 anos, do frei Romano Zago. Licenciado em Teologia e especializado em Enfermagem, o frei Perdigão tratou ainda de criar variantes do xarope para casos especiais. Como a diabetes.

Nesta situação, adiciona-se um líquido extraído da raiz de uma planta originária da África do Sul. Ou os carenciados de vitamina E, para os quais o frade recorre a um produto do Egipto, vendido em França. Para isto, valem-lhe os amigos. “Não levamos dinheiro, mas também nunca falta nada. As pessoas, é que têm de trazer o mel. Os cactos, eu arranjo-os, mas às vezes aparecem-me à porta montes deles”, reconhece o irmão franciscano, que não deixa nenhum doente ir embora sem uma conversa amiga. E, “muitas vezes, basta uma pequena conversa que o homem se esquece que está doente e lá vai todo arrebitado”.

FREI ANTÓNIO COUTO

Aparentemente com menos conversa o frei António Couto até chega a adormecer atrás da secretária no Convento de Santo António do Varatojo, Torres Vedras.

“Se não me dizem nada, também nada digo.” Mas a verdade é que o sacerdote revela bom sentido de humor. “Tenho 82 anos. Se fosse italiano, tinha 83; se fosse chinês, tinha 84”, graceja. Conta que quem ali compra diz estar em “busca do xarope milagroso” e sempre com histórias de vida incríveis. “Têm-se curado alguns cancros; quanto à cirrose, tenho ouvido dizer que é incurável e temos curado algumas.”

 O frei Couto vende por sete euros um xarope forte para o cancro, outros para a próstata, diabetes e fígado (cirrose). Quatro euros, custa uma pomada, por exemplo, para sarar feridas, queimaduras ou rejuvenescer a pele. Pode-se também adquirir – entre bíblias, terços e imagens religiosas – pólen (para o cérebro) e magnésio (para os ossos).

“A percentagem que temos das vendas”, avança o frei, reverte a favor da comunidade e da casa de crianças na ‘Obra do Padre Abel’, em Caneças. Em média, o frei atende 30 pessoas por dia. As plantas chegam de Portimão à aldeia de Varatojo. Mas aqui o xarope de aloé vera não se fabrica no convento. Salvador Torres é que o cozinha em sua casa. Ao Domingo encontrou-se com o vizinho dos ‘irmãos’, mas escusou-se a revelar o fabrico. Adiantou que é diferente dos que se fazem nos outros conventos. Segundo o frei, a filha de Salvador terá estudado medicina natural e é lojista no centro de Torres Vedras. Talvez seja o apoio para desenvolver novos produtos. Adão Martinho, com 63 anos, descobriu o xarope na tentativa de salvar a sua mulher de dois quistos nos ovários. “Isto não serve para curar, mas evita a progressão da doença.” E garante que o volume dos nódulos diminuiu em três anos e meio. Já fora do Convento do Varatojo, o enfermeiro na reforma – cabelos grisalhos, estatura média e caminhando a passos largos – regressa ao carro balanceando um saco que denuncia duas garrafas. Há sete anos que o ritual se repete. “Encontrei neste produto algo de importante, sobretudo para a manutenção física através da purificação do sangue.”

O VERDADEIRO ALOÉ VERA RECEITA PARA FAZER XAROPE

Os frades franciscanos só usam xarope feito com a planta ‘aloe arborescens’, conhecido por aloé vera. Aconselham a tomar duas colheres de sopa (ou três) entre 30 a 15 minutos antes das três refeições principais.

Lavar as folhas, retirar os picos e cortá-las aos pedaços. As folhas devem ser de plantas com mais de quatro anos (nunca verdes). Colocar duas folhas (três se forem pequenas) numa picadora ou num copo de misturadora e triturá-las até formar uma papa. Junte às folhas, na misturadora, meio quilo de mel e três a quatro colheres de sopa de aguardente, conhaque ou uísque. Coloque o preparado em garrafas opacas ou de vidro escuro. No Verão convém conservar o ‘xarope dos franciscanos’ no frigorífico.

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Ficámos a saber deste xarope de Aloé e Vera através de uma cliente nossa que comprou o nosso Mel Multifloral Biocavadinha!!! 

www.biocavadinha.pt

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Nota: O conteúdo presente neste blog, não pretende de forma alguma substituir o tratamento médico. É meramente de consulta e informação. Se lhe surgir algum sintoma que considere relevante, consulte imediatamente o médico.


 Fonte: http://www.cmjornal.pt/mais-cm/domingo/detalhe/a-cura-dentro-do-convento?ref=domingo_MaisVistas

18 Mai

Pequenas amostras de Mel e de Pólen

 

Amostras para oferecer como uma pequena lembrança …. Desde mel multifloral, a mel rosmaninho, a pólen…

E, brevemente também teremos pequenas amostras de sabonetes de mel.

 

 

Consulte-nos!!!      

 

 

09 Mai

Deliciosas Panquecas com topping de mel

Ingredientes para 10 panquecas:

  • 250 gr de farinha
  • 2 ovos
  • 3 dl de leite
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de manteiga

Para Topping:

  • Mel Multifloral ou Mel de Rosmaninho Biocavadinha
  • Fruta

Misture a farinha e o açúcar num recipiente

Separadamente misture os ovos e o leite

De seguida misture os dois preparados.

Aqueça a frigideira antiaderente com uma noz de manteiga e deite uma concha do preparado deixando cozinhar até ficar dourado de ambos os lados.

 

Que delicia, umas panquecas para o pequeno-almoço ou mesmo para o lanche 😉 🙂

Topping delicioso com mel da Biocavadinha… Visite-nos!! www.biocavadinha.pt


Fonte: http://www.felicitas.pt/web/receitas-panquecas.html

 

09 Mai

Uso do Mel na Culinária

O mel é considerado mais saudável que o açúcar, sendo mais interessante em termos de sabor e aroma, tornando-se um novo ingrediente mágico na culinária!!

O mel não é todo igual, varia de região para região de acordo com a flora predominante. O aroma, sabor e cor são influenciados pelas flores de onde o néctar é recolhido pelas abelhas e a sua consistência depende da forma como é extraído e trabalhado pelos apicultores. A consistência também reage à temperatura ambiente: o mel pode cristalizar quando faz muito frio, mas basta aquecê-lo ligeiramente num banho-maria morno para ele reverter à sua fluidez inicial.

Embora tecnicamente o mel provenha sempre do néctar de uma flor, é costume dividi-lo em três categorias: de flores (flores campestres selvagens, urze…), de ervas (rosmaninho, tomilho, alfazema…) e de árvores (eucalipto, flor de laranjeira, acácia, figueira, flor de macieira…). Todos eles têm sabores diferentes mas que não refletem tal qual a flor que lhes deu origem, ou seja: um mel de alfazema ou de eucalipto não cheiram nem sabem a essas plantas, mas são bastante diferentes do de rosmaninho ou urze.

De um modo geral, quanto mais escuro é o mel, mais intenso o seu sabor e mais marcado o seu aroma. Pode jogar com esse facto para realçar ou complementar cada prato. O ideal é ir fazendo as suas próprias experiências e combinações até descobrir aquelas que funcionam para o seu paladar, mas damos-lhe algumas pistas como ponto de partida:

  • Para pratos agridoces, ricos em especiarias, experimente um mel de urze ou tomilho: o seu gosto intenso não se deixará abafar pelos outros temperos.
  • O delicado mel de acácia tem um gosto subtil que o torna ideal para adoçar iogurtes e contrabalançar os temperos acres/ácidos dos pratos agridoces e vinagretas. Também combina na perfeição com requeijão.
  • mel de rosmaninho é o ‘todo o terreno’ do mel: tanto pode usá-lo nas maçãs assadas como num bolo em substituição do açúcar, para confitar cebola ou regar uma piza com rúcula e queijo de cabra.

  • Além de ser benéfico para a saúde, o mel pode ser usado de forma muito criativa na culinária:

    • Para fazer caramelo, cozinhar o mel numa panela até que caramelize..
    • Se quiser fazer um molho agridoce, use o mel na mesma proporção que o vinagre ou limão..
    • No molho de tomate, substitua o açúcar por mel..
    • Uma colher de mel  no molho vinagrete clássico para transformar uma salada de alface básica num acompanhamento gourmet..
    • Uma colher de mel  a azeite e alho para tornar mais interessante um peixe assado no forno..
       
    • Uma colher de mel a azeite e especiarias para cobrir as coxinhas de frango antes de as dourar no forno..
    • Uma colher de mel  a um pouco de manteiga e canela para fazer maçãs assadas especiais..
       

  • Prove o nosso mel “Biocavadinha” 100 % natural, e rico em nutrientes.
  • www.biocavadinha.pt


    Fonte: http://activa.sapo.pt/estilo-de-vida/2015-03-07-Como-tirar-mais-proveito-do-Mel-na-cozinha-1

11 Abr

BOLO DE MEL COM FRUTAS

*Receita do Mundo Verde

Ingredientes:
1 xícara (chá) de farinha de trigo integral
1 xícara (chá) de farinha de trigo comum
1 xícara (chá) de açúcar mascavo orgânico
1 xícara (chá) de leite de soja
½ xícara (chá) de damasco seco picado
½ xícara (chá) de tâmaras picadas
2 ovos
4 colheres (chá) de Mel Multifloral Biocavadinha
2 colheres (chá) de fermento químico
1 colher (sopa) de óleo de coco extra virgem

Modo de Preparo:
Bater as claras em neve e reservar. Numa tigela grande, misturar o leite, o açúcar, as gemas, o mel, o óleo de coco e as farinhas aos poucos. Juntar as frutas e misturar delicadamente. Adicionar as claras e o fermento até incorporar a massa. Despejar a massa numa forma untada e polvilhada. Levar ao forno pré-aquecido (180ºC) aproximadamente 45 minutos ou até dourar.

Rendimento: 12 porções
Valor calórico aproximado por porção: 137 kcal

(mais…)

11 Abr

MEL – O melhor cicatrizante natural

 

Como todos sabemos, o mel é um alimento saboroso, e acima de tudo, saudável. No passado, já era considerado útil por serem conhecidas as suas propriedades e benefícios para a saúde enquanto remédio natural. Atualmente, o mel continua a ser considerado muito útil para o tratamento de várias condições do organismo. O mel é sem dúvida benéfico, pois contribui com o melhoramento e mantimento de um organismo saudável.

O mel foi usado por quase todos os povos da terra, antigos e modernos, como um eficiente remédio.

É fabricado pelas abelhas a partir do néctar (secreção doce que é colhida nas flores), e produzido através da ação de algumas enzimas no interior do inseto.

Seus nutrientes e enzimas devem ser conservados a 37 graus (a mesma temperatura da colmeia).

Pode variar de acordo com a flora (região onde são recolhidos) e pelo modo de preparação (mel de favo, mel de extração). Devido à concentração de óleos voláteis, vitaminas, sais minerais e determinados tipos de ácidos que o compõem, é um alimento muito nutritivo que não engorda

Tem suave efeito laxativo (impede a fermentação intestinal) e pela ação cicatrizante em queimaduras e ferimentos externos

 


O mel é um dos melhores antissépticos e antibióticos que existe na natureza, contando com importantes propriedades curativas que ajudam a melhorar a aparência da nossa pele depois de uma lesão, impedindo ao mesmo tempo que se infete. Este produto também funciona como expetorante natural, como adoçante bem mais saudável que o açúcar e como uma alternativa perfeita para aumentar a nossa energia.

Quer saber como usar o mel para cicatrizar?

Ingredientes:

  • Mel
  • 1 gaze limpa

Modo de preparo:

Coloque um pouco de mel diretamente sobre a ferida fechada e envolva com uma gaze. Deixe agir até 4 horas e depois lave o local. Volte a repetir o processo 3 vezes seguidas.Em casos de cicatriz muito grande ou profunda deve ser consultado um fisioterapeuta especialista em dermato funcional para iniciar o tratamento adequado.


Este artigo é meramente informativo

Fonte do Artigo: https://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para/